"Ain queria que fosse uma filha sua de dez anos..."

Melhorem, mas melhorem muito o argumento. E quando a gente não os tem é mais fácil jogar uma situação hipotética para a vida alheia.
Entendam: os maiores interessados no aborto não estão preocupados com essa criança que foi violentada por anos. Estão preocupados apenas em fazer valer uma agenda ideológica, se aproveitando da vulnerabilidade da menina e da avó.
Porque é mais seguro aplicar cloreto de potássio no coração da bebê, fazer a garota passar por uma indução (que dói para um caraleo - quem passou sabe do que eu tô falando) expulsão (mataram o bebê, mas vai sair como?), curetagem (correndo risco de rompimento uterino), recuperação e pós operatório. Ou ainda submetê-la a uma cesárea de um bebê morto.
A criança ia sair do corpo da mãe de qualquer jeito. Por que não podia sair viva? Entende o tamanho da crueldade? Não é com a criança de 10 anos que estão preocupados, mas com a narrativa.
O trauma de toda a violência que essa menina sofreu não diminui com o assassinato do bebê. Não apaga toda uma vida marcada por dor e sofrimento ao longo dos anos.
Quem vai assisti-la e ampará-la depois de tudo isso? Provavelmente algum movimento cristão / católico. Porque aos movimentos pró-aborto, era só o assassinato que importava.
Ao estuprador, é uma pena que no Brasil não haja prisão perpétua ou a "castração química". No cenário mais punitivo, oito dez anos estará nas ruas novamente (se for preso). Mas, no meu coração de Eva só consigo desejar a morte. Este sim era um a menos! E não um bebê inocente.
Aliás, não se surpreendam! Logo aparecem os defensores deste bandido, que precisa de tratamento porque é um "doente" e precisará de ressocialização.
No mais, eram duas crianças inocentes. Agora uma viva e outra morta.
Eugenia vindo à galope. Deus tenha misericórdia.

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